
Quem vende no digital quase sempre é criador. É bom no produto, na aula, no conteúdo. Mas gerenciar número, analisar métrica, calcular, monitorar e sentar pra definir estratégia é outra história. Ou você não sabe fazer, ou não gosta, ou não tem tempo. E é aí que a operação empaca.
É essa lacuna que o Estrategista Sênior preenche: a parte estratégica passa a ter um responsável sênior. A gente define as decisões, as estratégias de crescimento e aonde quer chegar, e acompanha cada métrica até o resultado aparecer.
O foco do trabalho é criar e construir funis de vendas com VSLs, pra você vender no automático, todo dia, sem depender de um novo lançamento pra faturar.
É pra uma operação que já roda e já dá resultado, mas que sabe que pode muito mais. Tem potencial de sobra e falta só o braço estratégico pra pensar e executar as ações certas pra chegar lá.
Estas são as frentes que ficam sob a minha responsabilidade:
Faturamento, investimento e ROAS. Primeiro a gente decide aonde quer chegar, depois define o caminho pra chegar lá.
Defino com precisão pra quem a gente vende, ajusto ou crio a oferta feita pra escalar e desenho a estratégia do funil.
Leio os números da operação e uso as métricas e os KPIs pra embasar cada decisão de crescimento.
Defino as campanhas, os ângulos e os criativos, e como tudo vai ser executado no automático pra escalar com controle.
Desenho o funil de VSL inteiro e defino os produtos. Quando faz sentido, a gente cria ou lapida novas ofertas.
A copy da VSL, dos criativos e dos upsells e downsells do funil, escrita por mim.
Esse é o meu serviço mais premium, e ele não é pra todo mundo. Os projetos entram por seleção.
A gestão estratégica e a copy das peças ficam sob a minha responsabilidade, e a operação evolui fase após fase.
Começa com um pente fino no projeto: uma análise profunda pra definir o ICP, mapear os concorrentes e as oportunidades, montar o lead scoring, analisar a oferta e os criativos e achar as oportunidades de negócio. Com o diagnóstico na mão, a gente organiza a base pra escalar.
A gente define a estratégia, desenha os novos funis de VSL, cria ou lapida as ofertas, e a copy das peças é escrita: VSL, criativos, upsell e downsell. Os funis sobem, começam a rodar e entram em ciclo de teste e validação.
Com os funis validados, a gente corta o que não performa, reforça o que funciona e escala com controle, sempre de olho no ROAS e na meta financeira.
Antes de qualquer coisa, o projeto passa por uma análise profunda, um pente fino pra entender tudo: ICP, concorrentes, oportunidades, lead scoring, oferta e criativos. Com isso na mão, a gente marca a reunião de kick-off, onde traça o plano e define a meta financeira pra alcançar.
A partir daí, a gente instala uma cultura de gestão na operação, com rituais que mantêm tudo no rumo. Eu conduzo os primeiros pra implementar a cultura, e o time assume daí em diante:

Uma reunião rápida por dia pra olhar as métricas e alinhar as ações do dia.
A gente avalia o que foi feito na semana e define o que vem na semana seguinte.
A gente analisa o resultado do mês, define as métricas e os indicadores do mês seguinte e quebra as metas em semanas e depois em dias, pra acompanhar diariamente.
Se você ainda não tem esse time, dá pra indicar os profissionais certos, com valores à parte do investimento. A gestão estratégica e a copy ficam comigo. O time executa a operação.
Escolha qual das opções abaixo fica mais interessante para você.
O percentual incide sobre o lucro bruto dos funis novos, criados durante a minha atuação. Lucro bruto é o valor vendido menos o investimento em tráfego, a taxa da plataforma e as comissões de afiliados e vendedores, quando houver.